O tribunal de Mombaça, no Quênia, sentenciou Paul Mackenzie e outros 28 integrantes de sua organização religiosa pelo assassinato de 191 pessoas, sendo a grande maioria menores de idade. Segundo as investigações, o líder determinou que os seguidores submetessem seus filhos à inanição como forma de alcançar um suposto encontro espiritual com Jesus. A doutrina pregada pelo grupo rejeitava terminantemente a educação formal e classificava tratamentos médicos convencionais como práticas malignas. Durante a leitura da sentença, que durou oito horas, a magistrada Diana Mochache destacou a influência exercida por Mackenzie sobre os fiéis, que o consideravam um mensageiro divino. Embora os réus tenham negado as acusações e sustentado que as mortes não foram forçadas, a justiça local concluiu pela responsabilidade criminal do grupo na tragédia humanitária.
Source : G1
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