O Ministério Público do Trabalho registrou 223 queixas de assédio eleitoral até agosto deste ano, conforme dados do Painel Nacional de Monitoramento do Assédio Eleitoral. O fenômeno, que envolve pressões, ameaças de demissão ou promessas de vantagens em troca de apoio político, apresentou um crescimento expressivo nas últimas eleições, com um salto de 1.600% entre 2018 e 2022. Desde o início de 2023, a Justiça do Trabalho contabilizou 738 processos judiciais sobre o tema. Especialistas esclarecem que essa prática é considerada ilegal e viola a liberdade de escolha do trabalhador. O monitoramento contínuo busca identificar e punir condutas que tentam influenciar o voto dos funcionários dentro das empresas, oferecendo canais para que as vítimas possam formalizar suas denúncias contra abusos de poder no contexto eleitoral.
Source : G1
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