Durante a Operação Resgate VI, realizada em agosto, auditores fiscais do trabalho libertaram um homem que vivia em condições análogas à escravidão em uma propriedade rural de Rio Branco. O trabalhador estava na fazenda desde junho de 2025 sem qualquer vínculo empregatício formalizado. Além da falta de pagamento de direitos básicos, como férias e décimo terceiro salário, o indivíduo enfrentava atrasos salariais recorrentes. As condições de moradia eram precárias, com o funcionário residindo em um casebre onde também eram armazenados agrotóxicos. O homem manuseava esses produtos químicos sem o uso de equipamentos de proteção individual obrigatórios. A empregadora responsável pela propriedade foi devidamente notificada pelas autoridades competentes após a conclusão da fiscalização.
Source : G1
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