Dados da Associação Americana de Pesquisa em Câncer revelam uma evolução expressiva no tratamento oncológico entre o final da década de 1970 e o período recente de 2016 a 2022. A taxa média de sobrevivência após cinco anos do diagnóstico subiu de 49% para 71% nos Estados Unidos. O relatório detalha avanços distintos conforme o tipo de tumor, exemplificando com a leucemia mieloide crônica, que saltou de 21% para 71% de sobrevida, e o câncer de pâncreas, que evoluiu de 3% para 14%. Especialistas ressaltam que esses índices refletem meio século de inovações científicas. Contudo, o oncologista Breno Gusmão pondera que tais estatísticas não podem ser transpostas diretamente para a realidade brasileira, visto que o país carece de um registro populacional consolidado que permita comparações equivalentes sobre o progresso da doença em âmbito nacional.
Source : G1
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