A Justiça do Espírito Santo ordenou o afastamento preventivo de um farmacêutico vinculado à prefeitura de Afonso Cláudio. O Ministério Público Estadual aponta que o profissional recebia remuneração sem cumprir sua jornada de trabalho. Investigações indicam que o servidor registrava sua presença no órgão municipal enquanto frequentava aulas presenciais de Medicina em Bom Jesus do Itabapoana, no Rio de Janeiro. A distância entre os municípios supera os 150 quilômetros. Provas obtidas por meio de dados de geolocalização de antenas de telefonia celular confirmaram que o funcionário estava a aproximadamente 200 quilômetros de distância do seu posto de trabalho nos horários em que deveria estar cumprindo seus plantões na Secretaria de Saúde local.
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