Michelle Cristina Vertelo de Souza Souto, de 42 anos, iniciou uma ação judicial contra o Instituto AOCP após ser reprovada na avaliação médica do concurso para a Polícia Penal de Minas Gerais. A desclassificação ocorreu devido ao uso de Tamoxifeno, um fármaco hormonal prescrito para prevenir a reincidência de câncer de mama. Embora a candidata tenha apresentado um recurso administrativo junto à banca examinadora, o pedido foi indeferido. A banca fundamentou a decisão nas regras do edital, que impedem a posse de indivíduos com doenças neoplásticas malignas ativas ou sem critérios de cura estabelecidos. O certame, composto por seis fases, interrompeu a trajetória da candidata na etapa de saúde, levando-a a buscar amparo no Poder Judiciário para reverter a exclusão do processo seletivo.
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