A subcultura furry, que ganha força na região de Campinas, em São Paulo, utiliza a criação de personagens antropomorfos, conhecidos como fursonas, como uma ferramenta de expressão pessoal e entretenimento. Diferente de interpretações equivocadas, os participantes não acreditam ser animais, mas sim utilizam essas figuras que mesclam traços humanos e animais para explorar novas identidades. O engajamento ocorre tanto em ambientes digitais quanto em encontros presenciais, denominados meets, onde os membros compartilham vivências. O investimento na caracterização é significativo, com trajes que podem atingir valores de até 60 mil reais. Pesquisadores e entusiastas locais destacam que essa prática funciona como um espaço de criatividade e interação social para os integrantes do grupo, que buscam formas alternativas de se manifestar artisticamente através de suas criações.
Source : G1
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