Investigações da terceira fase da operação Carbono Oculto revelam que o Banco Genial tinha conhecimento de um processo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contra o empresário Antonio Carlos Freixo Junior e a Entre Investimentos. O alerta foi emitido pelo próprio setor de compliance da instituição financeira antes da conclusão da estrutura de compra da distribuidora Terrana. Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, a transação seguiu adiante mesmo após a identificação das irregularidades. O processo da CVM em questão investigava movimentações relacionadas ao Brazil Realty Fundo de Investimento Imobiliário, envolvendo também o Banco Master, o executivo Daniel Vorcaro e a Viking Participações. As autoridades apuram a responsabilidade dos envolvidos na continuidade das operações financeiras sob suspeita.
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