A adolescência tornou-se um período significativamente mais complexo devido à presença constante dos dispositivos móveis. Especialistas e famílias reconhecem que o uso intensivo de celulares alterou profundamente as dinâmicas de relacionamento entre pais e filhos, além de impactar a autoimagem dos jovens. A pandemia de Covid-19 agravou esse cenário ao restringir interações sociais presenciais durante uma etapa crucial do desenvolvimento humano. Diante desse panorama, surgem iniciativas, como um projeto social em Recife com duas décadas e meia de trajetória, que buscam alternativas para equilibrar a vida digital e promover o diálogo real, oferecendo um contraponto necessário ao isolamento provocado pela conectividade excessiva que define a rotina das novas gerações.
Source : G1
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