Um paciente diagnosticado com uma forma incomum de esclerose lateral amiotrófica, associada a uma mutação no gene CHCHD10, apresentou resultados positivos após um ano de tratamento experimental. O indivíduo, que possui uma alteração genética presente em menos de 1% dos casos hereditários da doença, recebeu seis doses de um medicamento desenvolvido especificamente para combater a falha genética identificada. Após doze meses de acompanhamento, os exames clínicos demonstraram a manutenção dos movimentos e a estabilidade do quadro de saúde, permitindo que o paciente continuasse exercendo suas atividades profissionais. O estudo, divulgado na revista científica Med, destaca a eficácia da abordagem personalizada. Especialistas da Clínica Mayo observaram que, embora melhoras temporárias possam ocorrer naturalmente em alguns pacientes, a estabilidade prolongada observada neste caso é um desfecho clínico pouco comum para a patologia.
Source : G1

